As coisas acontecem em ritmo tão acelerado, que parece que todas as questões têm suas respostas alteradas centenas de vezes, antes mesmo de termos chegado a esse “novo tempo”. Vocês entendem o que eu estou falando? É que todos os conceitos mudam muito rápido. O certo e o errado. O que pode e o não pode. Já conquistei tudo que eu queria? E aquela viagem? E aquele emprego? E aquele casamento? E aquele corpo perfeito? Estes questionamentos acontecem comigo o tempo todo. Então, eu paro o relógio e tento fazer um exercício…Se pudéssemos promover um encontro com o nosso passado, como trataríamos as nossas angústias? O que falaríamos sobre os nossos medos e os desafios que já foram superados? Mentir sobre quem a gente é de verdade, tem um preço a se pagar. Como tudo na vida tem, como todas as escolhas que fazemos têm. A observação é que: ao mentir sobre nós mesmas, por mais que a gente diga diversas vezes com toda força, que essa é a única verdade possível, no fundo, sabemos que algo está errado. Mesmo que tentamos esconder essa verdade. E o preço disso, é uma vida solitária e vazia, mesmo estando rodeada de pessoas. Sabe aquela criança que diria que ao crescer faria tudo diferente? Você está fazendo? Se conectar com nossos reais desejos, nos coloca em posição de liberdade. Se conectar com nossos reais desejos, nos motiva a viver. Questionar se a criança que eu fui, teria orgulho de quem eu sou hoje, nos faz pensar e avaliar sobre o nosso modo de viver. Pelo quê você tem pagado o preço? O que a sua criança te diria? O que você diria para ela? Às vezes, a gente oculta a nossa parte mais bonita, por medo do que vão dizer, por não aceitar quem “realmente” somos.
Susete Pasa

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